quinta-feira, 10 de julho de 2008

Mais um dia, mais um reggae e mais um rock.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Um auê em ritmo de música clássica.


Ela se mostrava a cada dia, a cada instante, a cada conversa, ela se mostrava transparente. Era a baleza que todos viam, porém a clareza que quase ninguém conseguia ou podia ver. Era assim, mulher/menina ainda, brincadeiras/conselhos, amada/odiada. Era ela, Alana.


Ao levantar naquele outro dia, pansava na roupa que usaria e no olhar que mostraria. Um caráter mostrado e ocultado, uma alegria linda e viva. Viva entre as amigas, entre verdadeiras amigas.


À procura de caminhos a seguir, rumou para o martírio e alegria de todas as manhãs. A encontrou e a olhou bem fundo nos olhos, lhe abraçou, pegou nos seus cabelos curtos e sentiu o seu perfume doce do qual realmente gostava. Sabia, tinha certeza, era ela a verdadeira amizade, a que poderia sim, mostrar o seu eu mais verdadeiro.


Sentou e poderia conversar horas à fio, ouvi-la horas à fio. Sentia que era a verdade que estava ali, concreta, em peso. A pura realidade, o amor e a amizade que as unia.


Era uma mulher, uma mulher feliz e em definição. Sem rumos certos, mas com exelentes companhias.


Uma mulher que será realizada, com o passar do tempo.Assim, que aprendesse que o caminho certo era incerto, mas que a soberania da escolha era dela. Só dela.


A criança que tinha suas prórprias escolhas. A mulher que tinha suas próprias escolhas.


Uma canção infantil em ritmo de funk; um poema em construção; uma rosa desabrochando.




quinta-feira, 26 de junho de 2008

Dias nublados.


Eram duas pessoas dentro de uma mulher com alma de criança.


Essa mulher/criança acordou cedo naquele dia, levantou com a rapidez de uma faca cortando um rosto, dirigiu-se ao banheiro, olhou o reflexo no espelho e massageou os olhos com as mãos. " É, mais um dia, mais um dia...", foi o que pensou no primeiro instante, porém recordou o motivo dos olhos avermelhados e sentiu a barriga encostar no coração e vice-versa, era ela, o motivo e justificativa do dia nublado. Pensou e não sabia o porquê daquelas atitudes, sentou-se no vaso sanitário, colocou a cabeça entre as mãos por cima dos joelhos e como se não soubesse o que aconteceria, levantou, rumou para a profundidade superficial do choveiro e molhou os cabelos como gesto de afogamento auditivo. Era sim, uma mulher à resolver problemas.


O ônibus sem ninguém não lhe deixava mais triste, a vida sem ninguém lhe deixava triste, mas não importava. Nada mas importava além do que ela viria a fazer dali a poucos minutos. Chegou ao seu destino, a viu, correu para perto dela e a olhou demoradamente, pensou nos livros que já havia lido e nas confidências que já havia feito a essa pessoa. Ela a traiu.


Lhe subjugou, lhe subestimou no momento errado, no momento em que nada mais, nenhuma falsa amizade lhe preocuparia. A olhou, sentiu no seu brilho mais decadente; a raiva.


A olhou novamente e disse que nada tinha. Foi a última e única coisa que conseguiu dizer. Aliás, a única que merecia ser dita.




Enquanto ao dia nublado, ele reina e reinará até que venha o Sol.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Pegar as asas com elas.


As coisas acontecem sempre da mesma forma, não sei como ainda não me acostumei? Falo, peço, imploro, grito, choro, dou gargalhadas e DEPOIS penso.


Os dias estão passando como sempre quis que passassem, como ondas, com altos e baixos, vai ver é esse o motivo do título do novo blog... Festas e mais festas, farras e mais farras, é isso? E quanto a chance que combinei de me dar, e quando a viagem que me propus a fazer, e o cabelo que resolvi pintar e a tatuagem? Onde está a Érika que sempre me deixou no caminho certo? Só vejo o Erika ao meu lado, me levando pro caminho irreal e feliz, é isso? Torno a perguntar? Isso?


Ok, estou pronta pra mais um milhão de farras. ;)

terça-feira, 17 de junho de 2008

Mais um.


Mais um, mais um e mais quantos vierem... :}